Lucy
Tem um tempo que ando pensando em escrever resenhas de filmes, porquê acho super legal pra aqueles dias em que não temos a minima noção do que assistir. Então depois de "quebrar a cabeça", e conversar francamente com as friend´s, decidi por sugestão da minha amiga Nic (beijão Nic), falar sobre um filme que vi recentemente, e que particularmente percebi ser muito inteligente.
Lucy é um filme #incrÃvel, de 2014, que tem a maravilhosa Scarlett Johansson (Vingadores, O diário de uma babá) como a protagonista-titulo, além de Morgan Freeman (Seven) como o Professor Norman entre outros atores. Escrito, dirigido e produzido por Luc Besson (Joana D'Arc), o filme foi alvo de crÃticas ligeiramente positivas, apesar da discórdia sobre os 10% de uso da capacidade cerebral que resultariam em poderes e capacidades sobre humanas, um mito criado na trama, e por seu texto complexo inicialmente. Com um orçamento "simplista" de 40 milhões de dólares, o filme chegou a arrecadar em bilheteria cerca de 458 milhões (na moeda do tio Sam, claro).
A história gira em torno de Lucy, uma jovem americana de 25 anos, que estuda em Taipé (Taiwan- China) e se envolve com um cara do tipo "eu te avisei". Em um mundo guiado pela máfia, viciados em drogas e gangues, ela se vê forçada a entrar em um hotel com uma maleta de conteúdo misterioso, e a partir daÃ, se torna uma "mula" de drogas, que deve entregar a tal mercadoria a um senhor da máfia koreana. O x da questão começa quando ela é capturada por eles, e obrigada a transportar uma droga sintética nova, chamada CPH4, que estava na maleta, e agora fora colocada cirurgicamente em seu abdômem. Lucy e outras três pessoas são designadas a Europa para a entrega das drogas, mas no trajeto um "carcereiro" tenta estupra-la e a agride. O saco com a droga se rompe e libera a maior parte do conteúdo no sistema de Lucy que desenvolve então gradativamente capacidades fÃsicas e mentais mais elevadas como a telecinese, viagem no tempo e telepatia.
Ela então resolve se vingar e com a ajuda do professor Norman, que possuÃa uma tese sobre os efeitos que poderiam ser produzidos através do aumento na porcentagem de uso do cérebro humano, entra em uma eletrizante perseguição.
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O filme ganhou um C+ em escala de A a F, da CinemaScore, e comentários como " o filme é bobo, mas divertido". Como curiosidade, Angelina Jolie foi cotada para o papel, mas desistiu antes que as filmagens começassem.
Na minha opinião, apesar de achar que o final deixou um pouco a desejar (ficou um tanto surreal, mas depois de todo um filme verdadeiramente ficção-cientifica, não se esperava menos),o filme é envolvente, inovador e com um script digno de reflexão: Até que ponto somos capazes de chegar?
"I AM EVERYWHERE." ("Eu estou em toda parte")
Para deixar um gostinho, assista ao trailer abaixo:
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| "A vida nos foi dada um bilhão de anos atrás. Agora você sabe o que fazer com ela." |



